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O “lar, doce lar” do cliente é o novo paradigma para o lojista

13 de fevereiro de 2021

Se tem uma coisa que o brasileiro viu em 2020 foi a sua própria casa. À contragosto geral da nação, a pandemia de Covid-19 forçou os mais diferentes níveis de isolamento e em todos eles a mensagem se repetiu: se/quando possível, fique em casa.

A verdade é que uma parte da população cumpriu à risca o enredo e rearquitetou sua rotina numa espécie de rotação, só que dessa feita foram o planeta-indivíduo, e suas atividades diárias, que passaram a orbitar em torno do “lar, doce lar”.

É perceptível que essa relação estreita com a casa mudou a forma com que muita gente se planeja, bem como analisa o que é necessário ou não para, assim, decidir ir às compras.

A residência do consumidor se tornou, inclusive, centro de praticamente tudo o que é consumido e esse novo parâmetro precisa ser dos mais relevantes na decisão do que e como os seus produtos estão sendo oferecidos nesse momento.

Revendo estratégias

Segundo analisa um estudo da Connect Shopper, é de crucial importância que as lojas sejam revistas de forma estratégica, observando a nova jornada do consumidor, o sortimento dos produtos, a forma de expor e o layout, por exemplo.

Todos os elementos precisam refletir a preferência desse consumidor que está, predominantemente, em casa, e cuja presença na loja representa sua determinação em comprar ou grande inclinação – ambos fatores que precisam ser administrados com muita acuidade por parte dos colaboradores do empreendimento.

Essa conexão é a oportunidade de entregar ao cliente o que ele procura de forma ágil, fidelizando-o, fazendo-o levar um pouco da sua loja para a residência dele e, nesse processo, cravar uma passagem positiva que pode vir a se tornar parte integrante desse novo polo de consumo massivo que é o doméstico. Segundo levantamento da Horus, a confiança passou a ser o principal critério na decisão de compra desse cliente, seguido da relevância dos produtos/serviços no quesito segurança/proteção doméstica e familiar.

Nesse paradigma, é impensável negligenciar a importância do serviço de delivery para suprimir as distâncias de quem tomou o lar como reduto intransponível. É preciso que todas as estratégias também tenham a ferramenta como aliada.

Eis as esferas cotidianas mais relocadas do ambiente externo para o domiciliar e com maiores impactos no varejo:

Execução eficiente, base de dados inteligente e criatividade são requisitos primordiais para o sucesso do lojista nesses tempos em que tudo o que o cliente precisa é poder se sentir em casa no seu empreendimento.

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